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segunda-feira, 16 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
Revoltas na República Velha
Guerra de Canudos
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Revolta da Vacina
Revolta da Chibata
Ocorreu entre novembro e dezembro de 1910, no Rio de
Janeiro. As causas tiveram
início quando os marinheiros rebelaram-se exigindo o fim dos castigos corporais, então
permitidos na Marinha brasileira; melhorias na alimentação, aumento dos soldos
e anistia para os rebeldes. O líder do movimento foi João Cândido
Felisberto, o “Almirante Negro”. As principais
características ocorreram quando os marinheiros apoderaram-se de importantes navios
da Marinha e ameaçaram bombardear a cidade do Rio de Janeiro. O governo cedeu à
pressão dos rebeldes, desde que se encerrasse a rebelião. Apesar do acordo, o
governo não cumpriu o que prometeu; os participantes foram punidos, alguns
fuzilados e outros enviados ao Acre.
Guerra do Contestado
Para entender melhor o conflito, leia o HQ abaixo.
Greve Geral de 1917
Ocorreu em Julho de 1917, em São Paulo. Como causas os grevistas exigiam,
principalmente, a proibição do trabalho para menores de 14 anos, a abolição do
trabalho noturno para mulheres e menores de 18 anos, a jornada de trabalho de
oito horas. Não houve nenhuma liderança do
movimento. Como principais
características, 70 mil operários, de setores industriais diversos, aderiram à greve e,
apesar da repressão policial, ergueram barricadas e tiroteios alastraram-se por
toda a cidade. Os operários solicitam que os soldados não reprimam a greve. Os
operários argumentam que eles e os soldados são “irmãos de miséria”, que os
soldados também pertencem à massa popular, que os soldados são trabalhadores
comuns, que os operários são movidos pela fome dos filhos, que os patrões são
perversos e que é indigno e vil que os soldados se prestem ao papel de
repressores do povo. O governo e os industriais concordaram em conceder 20% de
aumento salarial aos grevistas e prometeu atender, posteriormente, às demais
reivindicações; terminado o movimento, as principais lideranças foram
perseguidas.
Revolta dos 18 do Forte de Copacabana
Ocorreu em 5 de julho de 1922, no Rio de Janeiro. Jovens
tenentistas lutavam contra a posse do presidente eleito, Artur Bernardes, pois
consideravam sua vitória fruto de fraude eleitoral e o acusavam de ter escrito
cartas publicadas no jornal O Correio da
Manhã, ofendendo importantes
militares; além disso, a prisão do Marechal Hermes da Fonseca e o fechamento do
Clube Militar acirraram os ânimos. Os lideres foram Capitão Euclides Hermes da
Fonseca, filho do Marechal Hermes da Fonseca, tenente Siqueira Campos e tenente
Eduardo Gomes. Como características do movimento os rebeldes tomaram o
Forte de Copacabana, que foi bombardeado por dois encouraçados e cercado por 4
mil soldados leais ao governo. Muitos homens desistiram da rebelião, mas alguns
decidiram continuar; uniu-se a eles um engenheiro gaúcho. Quando os 18 homens,
na Avenida Atlântica, marchavam em direção ao Palácio do Catete, foram cercados
por soldados que dispararam; houve apenas dois sobreviventes.
Revolução Paulista de 1924
Ocorreu em Julho de 1924, em São Paulo. Aconteceu no segundo
aniversário da Revolta dos 18 do Forte, tenentes paulistas queriam depor o
presidente Artur Bernardes. Os lideres foram o general gaúcho Isidoro Dias Lopes, o major
Miguel Costa e os tenentes Joaquim Távora, Juarez Távora e Eduardo Gomes. Como
características os rebeldes tomaram pontos estratégicos da cidade e atacaram o
palácio dos Campos Elíseos; o governo federal enviou 18 mil soldados e iniciou
pesado bombardeio aéreo, sobretudo sobre o Brás, a Mooca e o Belenzinho. Foram
contabilizados mais de 500 mortos e quase 5 mil feridos. No fim, os rebeldes
conseguiram fugir de São Paulo de trem.
Coluna Prestes
Cangaço
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